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#WikiLeaks publica documentos que demuestran que la  #TvGlobo se queda con la mayor parte del dinero donado para  #CriançaEsperança.

Con información de Wikileaks promovido por TV Globo en asociación con UNICEF – Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia – la campaña ha recaudado R $ 122 millones en 18 años, ha invertido íntegramente en Brasil.

El Show do Criança Esperança  cumplió 18 años de alegría. Bajo el mando de Renato Aragão, esta fiesta de la solidaridad tenía siempre presente Xuxa y muchos otros huéspedes como Sandy & Junior, Caetano, Angélica y Maurício Mattar.

WikiLeaks publica documentos que demuestran que TV Globo se cobra 90% de las donaciones. Consulte el enlace al documento y compruebe usted mismo. (al final)

Un documento publicado por WikiLeaks, famoso por la publicación de materiales y el gobierno sensible y la información corporativa, registra una investigación sobre la recepción de los fondos de la campaña de Criança Esperança por la UNESCO (UNESCO ).

 

 

Extracto del documento:

También señaló que había sido contactado durante
Su reciente visita a casa por varias personalidades políticas
Este asunto, incluido el Ministro de Coordinación Política de la
La Oficina del Presidente, el Viceministro de Educación, así como
Como director de TV Globo, la principal cadena de televisión de Brasil.

. (SBU) Uno de los temas clave que se están investigando es el campo
“Manejo” de los fondos recaudados por los teletones de TV Globo para
ONG Crianca Esperanca (más de 40 millones de dólares desde 1986)

El documento completo se puede encontrar en la página web Wikileaks a la siguiente dirección:

Haga clic aquí para acceder al documento.

tvglobo

Como comentario personal parece que este es el método habitual en los TELETONES de todo tipo en todos lados los artistas trabajaran gratis pero las emisoras se cobran los costos de emisión que son millonarios.
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A parábola do taxista e a intolerância. Reflexão a partir de uma conversa no trânsito de São Paulo. A expansão da fé evangélica está mudando “o homem cordial”?

ELIANE BRUM

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O diálogo aconteceu entre uma jornalista e um taxista na última sexta-feira. Ela entrou no táxi do ponto do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, por volta das 19h30. Como estava escuro demais para ler o jornal, como ela sempre faz, puxou conversa com o motorista de táxi, como ela nunca faz. Falaram do trânsito (inevitável em São Paulo) que, naquela sexta-feira chuvosa e às vésperas de um feriadão, contra todos os prognósticos, estava bom. Depois, outro taxista emparelhou o carro na Pedroso de Moraes para pedir um “Bom Ar” emprestado ao colega, porque tinha carregado um passageiro “com cheiro de jaula”. Continuaram, e ela comentou que trabalharia no feriado. Ele perguntou o que ela fazia. “Sou jornalista”, ela disse. E ele: “Eu quero muito melhorar o meu português. Estudei, mas escrevo tudo errado”. Ele era jovem, menos de 30 anos. “O melhor jeito de melhorar o português é lendo”, ela sugeriu. “Eu estou lendo mais agora, já li quatro livros neste ano. Para quem não lia nada…”, ele contou. “O importante é ler o que você gosta”, ela estimulou. “O que eu quero agora é ler a Bíblia”. Foi neste ponto que o diálogo conquistou o direito a seguir com travessões.

– Você é evangélico? – ela perguntou.
– Sou! – ele respondeu, animado.
– De que igreja?
– Tenho ido na Novidade de Vida. Mas já fui na Bola de Neve.
– Da Novidade de Vida eu nunca tinha ouvido falar, mas já li matérias sobre a Bola de Neve. É bacana a Novidade de Vida?
– Tou gostando muito. A Bola de Neve também é bem legal. De vez em quando eu vou lá.
– Legal.
– De que religião você é?
– Eu não tenho religião. Sou ateia.
– Deus me livre! Vai lá na Bola de Neve.
– Não, eu não sou religiosa. Sou ateia.
– Deus me livre!
– Engraçado isso. Eu respeito a sua escolha, mas você não respeita a minha.
– (riso nervoso).
– Eu sou uma pessoa decente, honesta, trato as pessoas com respeito, trabalho duro e tento fazer a minha parte para o mundo ser um lugar melhor. Por que eu seria pior por não ter uma fé?
– Por que as boas ações não salvam.
– Não?
– Só Jesus salva. Se você não aceitar Jesus, não será salva.
– Mas eu não quero ser salva.
– Deus me livre!
– Eu não acredito em salvação. Acredito em viver cada dia da melhor forma possível.
– Acho que você é espírita.
– Não, já disse a você. Sou ateia.
– É que Jesus não te pegou ainda. Mas ele vai pegar.
– Olha, sinceramente, acho difícil que Jesus vá me pegar. Mas sabe o que eu acho curioso? Que eu não queira tirar a sua fé, mas você queira tirar a minha não fé. Eu não acho que você seja pior do que eu por ser evangélico, mas você parece achar que é melhor do que eu porque é evangélico. Não era Jesus que pregava a tolerância?
– É, talvez seja melhor a gente mudar de assunto…

O taxista estava confuso. A passageira era ateia, mas parecia do bem. Era tranquila, doce e divertida. Mas ele fora doutrinado para acreditar que um ateu é uma espécie de Satanás. Como resolver esse impasse? (Talvez ele tenha lembrado, naquele momento, que o pastor avisara que o diabo assumia formas muito sedutoras para roubar a alma dos crentes. Mas, como não dá para ler pensamentos, só é possível afirmar que o taxista parecia viver um embate interno: ele não conseguia se convencer de que a mulher que agora falava sobre o cartão do banco que tinha perdido era a personificação do mal.)

Chegaram ao destino depois de mais algumas conversas corriqueiras. Ao se despedir, ela agradeceu a corrida e desejou a ele um bom fim de semana e uma boa noite. Ele retribuiu. E então, não conseguiu conter-se:

– Veja se aparece lá na igreja! – gritou, quando ela abria a porta.
– Veja se vira ateu! – ela retribuiu, bem humorada, antes de fechá-la.
Ainda deu tempo de ouvir uma risada nervosa.

A parábola do taxista me faz pensar em como a vida dos ateus poderá ser dura num Brasil cada vez mais evangélico – ou cada vez mais neopentecostal, já que é esta a característica das igrejas evangélicas que mais crescem. O catolicismo – no mundo contemporâneo, bem sublinhado – mantém uma relação de tolerância com o ateísmo. Por várias razões. Entre elas, a de que é possível ser católico – e não praticante. O fato de você não frequentar a igreja nem pagar o dízimo não chama maior atenção no Brasil católico nem condena ninguém ao inferno. Outra razão importante é que o catolicismo está disseminado na cultura, entrelaçado a uma forma de ver o mundo que influencia inclusive os ateus. Ser ateu num país de maioria católica nunca ameaçou a convivência entre os vizinhos. Ou entre taxistas e passageiros.

Já com os evangélicos neopentecostais, caso das inúmeras igrejas que se multiplicam com nomes cada vez mais imaginativos pelas esquinas das grandes e das pequenas cidades, pelos sertões e pela floresta amazônica, o caso é diferente. E não faço aqui nenhum juízo de valor sobre a fé católica ou a dos neopentecostais. Cada um tem o direito de professar a fé que quiser – assim como a sua não fé. Meu interesse é tentar compreender como essa porção cada vez mais numerosa do país está mudando o modo de ver o mundo e o modo de se relacionar com a cultura. Está mudando a forma de ser brasileiro.

Por que os ateus são uma ameaça às novas denominações evangélicas? Porque as neopentecostais – e não falo aqui nenhuma novidade – são constituídas no modo capitalista. Regidas, portanto, pelas leis de mercado. Por isso, nessas novas igrejas, não há como ser um evangélico não praticante. É possível, como o taxista exemplifica muito bem, pular de uma para outra, como um consumidor diante de vitrines que tentam seduzi-lo a entrar na loja pelo brilho de suas ofertas. Essa dificuldade de “fidelizar um fiel”, ao gerir a igreja como um modelo de negócio, obriga as neopentecostais a uma disputa de mercado cada vez mais agressiva e também a buscar fatias ainda inexploradas. É preciso que os fiéis estejam dentro das igrejas – e elas estão sempre de portas abertas – para consumir um dos muitos produtos milagrosos ou para serem consumidos por doações em dinheiro ou em espécie. O templo é um shopping da fé, com as vantagens e as desvantagens que isso implica.

É também por essa razão que a Igreja Católica, que em períodos de sua longa história atraiu fiéis com ossos de santos e passes para o céu, vive hoje o dilema de ser ameaçada pela vulgaridade das relações capitalistas numa fé de mercado. Dilema que procura resolver de uma maneira bastante inteligente, ao manter a salvo a tradição que tem lhe garantido poder e influência há dois mil anos, mas ao mesmo tempo estimular sua versão de mercado, encarnada pelos carismáticos. Como uma espécie de vanguarda, que contém o avanço das tropas “inimigas” lá na frente sem comprometer a integridade do exército que se mantém mais atrás, padres pop star como Marcelo Rossi e movimentos como a Canção Nova têm sido estratégicos para reduzir a sangria de fiéis para as neopentecostais. Não fosse esse tipo de abordagem mais agressiva e possivelmente já existiria uma porção ainda maior de evangélicos no país.

Tudo indica que a parábola do taxista se tornará cada vez mais frequente nas ruas do Brasil – em novas e ferozes versões. Afinal, não há nada mais ameaçador para o mercado do que quem está fora do mercado por convicção. E quem está fora do mercado da fé? Os ateus. É possível convencer um católico, um espírita ou um umbandista a mudar de religião. Mas é bem mais difícil – quando não impossível – converter um ateu. Para quem não acredita na existência de Deus, qualquer produto religioso, seja ele material, como um travesseiro que cura doenças, ou subjetivo, como o conforto da vida eterna, não tem qualquer apelo. Seria como vender gelo para um esquimó.

Tenho muitos amigos ateus. E eles me contam que têm evitado se apresentar dessa maneira porque a reação é cada vez mais hostil. Por enquanto, a reação é como a do taxista: “Deus me livre!”. Mas percebem que o cerco se aperta e, a qualquer momento, temem que alguém possa empunhar um punhado de dentes de alho diante deles ou iniciar um exorcismo ali mesmo, no sinal fechado ou na padaria da esquina. Acuados, têm preferido declarar-se “agnósticos”. Com sorte, parte dos crentes pode ficar em dúvida e pensar que é alguma igreja nova.

Já conhecia a “Bola de Neve” (ou “Bola de Neve Church, para os íntimos”, como diz o seu site), mas nunca tinha ouvido falar da “Novidade de Vida”. Busquei o site da igreja na internet. Na página de abertura, me deparei com uma preleção intitulada: “O perigo da tolerância”. O texto fala sobre as famílias, afirma que Deus não é tolerante e incita os fiéis a não tolerar o que não venha de Deus. Tolerar “coisas erradas” é o mesmo que “criar demônios de estimação”. Entre as muitas frases exemplares, uma se destaca: “Hoje em dia, o mal da sociedade tem sido a Tolerância (em negrito e em maiúscula)”. Deus me livre!, um ateu talvez tenha vontade de dizer. Mas nem esse conforto lhe resta.

Ainda que o crescimento evangélico no Brasil venha sendo investigado tanto pela academia como pelo jornalismo, é pouco para a profundidade das mudanças que tem trazido à vida cotidiana do país. As transformações no modo de ser brasileiro talvez sejam maiores do que possa parecer à primeira vista. Talvez estejam alterando o “homem cordial” – não no sentido estrito conferido por Sérgio Buarque de Holanda, mas no sentido atribuído pelo senso comum.

Me arriscaria a dizer que a liberdade de credo – e, portanto, também de não credo – determinada pela Constituição está sendo solapada na prática do dia a dia. Não deixa de ser curioso que, no século XXI, ser ateu volte a ter um conteúdo revolucionário. Mas, depois que Sarah Sheeva, uma das filhas de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, passou a pastorear mulheres virgens – ou com vontade de voltar a ser – em busca de príncipes encantados, na “Igreja Celular Internacional”, nada mais me surpreende.

Se Deus existe, que nos livre de sermos obrigados a acreditar nele.

(Eliane Brum escreve às segundas-feiras)

http://revistaepoca.globo.com/

Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista (Foto: ÉPOCA)ELIANE BRUMJornalista, escritora e
documentarista. Ganhou mais
de 40 prêmios nacionais e
internacionais de reportagem.
É autora de um romance –
Uma Duas (LeYa) – e de três
livros de reportagem: Coluna
Prestes – O Avesso da Lenda
(Artes e Ofícios), A Vida Que
Ninguém Vê
(Arquipélago
Editorial, Prêmio Jabuti 2007)
e O Olho da Rua (Globo).
E codiretora de dois
documentários: Uma História
Severina e Gretchen Filme
Estrada.
elianebrum@uol.com.br
@brumelianebrum 

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Existen millones de brasileños con las manos y la conciencia aún limpias que devolverán el respeto que merece Brasil

¿Puede un taxista revelar con un simple gesto algo sobre la crisis desencadenada en Brasil, en la que se acumulan problemas económicos y políticos, mientras crece el río de lodo de la corrupción?

No sé lo que el taxista que me llevó el sábado pasado en São Paulo desde un hotel a un restaurante —junto con tres compañeros míos del periódico— piensa sobre la crisis política que tiene al país en estado de alerta.

Mi taxista —así lo voy a llamar porque ignoro su nombre— no habló una sola palabra durante los casi 40 minutos del trayecto. Y, sin embargo, ha acabado, con un gesto que he querido contar aquí, por revelar más sobre las causas profundas de la corrupción que avergüenza al país y a las personas de bien que decenas de debates.

Del restaurante yo iba a regresar directamente a Río, por lo que me llevé la maleta en el taxi. En medio del almuerzo, uno de mis compañeros me dijo: “¿Juan, está ahí contigo tu maleta?”. No estaba. La había olvidado en el taxi. La di por perdida. ¿Cómo encontrar a un taxista anónimo en medio a los 33.000 que circulan por la ciudad de São Paulo?

Hicimos una tentativa al llamar al hotel por si acaso hubiese ocurrido el milagro de que el taxista la hubiese devuelto. Nada. Ya buscando otro taxi para ir al aeropuerto, mi compañero volvió a llamar, aunque sin esperanzas, al hotel. Sorpresa. El taxista había vuelto y la había dejado allí sin dar su nombre ni dejar un teléfono.

Eran 40 minutos de viaje, casi 50 reales de trayecto. Tiempo y dinero que el taxista gastó para volver al hotel y dejar mi maleta.

¿Por qué consideré aquel gesto de mi taxista como una revelación relacionada con el momento que vive Brasil, enfangado de corrupción por aquellos que tendrían la obligación de dar ejemplo de dignidad y respeto a los 200 millones de brasileños?

Él tenía una respuesta empezando por su pequeño mundo, al seguir a su conciencia y no a los halagos del enriquecimiento fácil

Antes de escribir esta columna había asistido al programa Globo News Panel, de William Vaack, con dos analistas políticos y una socióloga. Fue un debate serio, profundo, sobre la crisis política, económica y moral que agarrota al país. William les hizo a los tres expertos una pregunta clave final: “¿Cómo sale Brasil de esta crisis de credibilidad que podría conducir a una crisis institucional aún más grave?

En aquel momento pensé en lo que habría respondido mi taxista. En realidad también él tenía una respuesta, quizás la más eficaz: la que puso en práctica, empezando por su pequeño mundo, al seguir a su conciencia y no a los halagos del enriquecimiento fácil, del saqueo al dinero público, devolviendo mi maleta. Más aún, de haber perdido tiempo y dinero para no sentirse manchado de culpa y poder dormir aquella noche sin remordimientos.

Uno de los directores de Petrobrás, reo confeso de haber robado cientos de millones, a la pregunta en la CPI del Congreso de por qué no tuvo la fuerza de detenerse cuando inició aquel saqueo de dinero público, respondió: “Cuando se empieza a resbalar por el delito, es difícil detenerse”.

No sé si mi taxista tiene hijos. No sé si cada noche cuando vuelve cansado de su trabajo como millones de trabajadores en todo el país sin siquiera conseguir vivir con desahogo cuenta a sus hijos las peripecias del día rodando por la ciudad y escuchando cientos de conversaciones.

No sé si le contó la historia de mi maleta que él pudo haber llevado como regalo a su casa aquella noche. Si lo hizo, es posible que los hijos le preguntaran por qué quiso devolverla. Y en ese caso, estoy seguro de que esos hijos difícilmente olvidarán, cuando entren en el peligroso río de la vida, el gesto de dignidad de su padre.

 

Yo aún no he olvidado cuando nuestro padre nos decía hace más de 50 años a mis dos hermanos y a mí: “Se duerme y se muere más tranquilo si consigues no ensuciar tu conciencia”. Murió muy joven. Era un profesor rural, un simple trabajador, como mi taxista. La dictadura militar franquista lo castigó varios meses sin sueldo porque su alumnos de primaria, cuando llegaban a la secundaria “hacían demasiadas preguntas”. En las dictaduras se obedece, no se pregunta.

Quise dejar una propina en el hotel para mi taxista. Me dijeron que era imposible localizarlo. Por ello he querido agradecer su gesto desde esta columna que, seguramente, él nunca leerá.

Quiero agradecerle el haberme revelado, en este momento de crisis y desencanto, que la verdadera salida empieza la propia conducta individual

No le agradezco sólo el haber devuelto mi maleta. Otros taxistas lo hacen hasta con maletas de dinero vivo. Quiero agradecerle el haberme revelado, en este momento de crisis y desencanto, de pérdida de credibilidad en quienes deberían darnos ejemplo de honradez profesional, que la verdadera salida empieza quizás por nuestra propia conducta individual.

Su gesto de hombre simplemente justo y honrado con respeto a su conciencia nos ayuda a recordar que en este país hoy dolorido y justamente abrumado por el peso de la corrupción política, no todo está aún perdido ni contaminado de indignidad. Existen aún no miles, sino millones de taxistas, de albañiles, de profesores, de funcionarios públicos, de pequeños o grandes empresarios, jóvenes y ancianos, de gentes famosas o anónimas capaces de no renunciar a la decencia y a la propia dignidad, que no son ni ladrones ni bandidos. Como mi taxista.

A veces escucho en las crónicas policiales que tal o cual bandido detenido o muerto era “negro o de color”. Mi taxista era mulato. Y me dio un magnífico ejemplo de civismo que no olvidaré.

Si en la historia bíblica las corruptas ciudades de Sodoma y Gomorra fueron aniquiladas porque Dios no encontró en ellas ni siete hombres justos, seguro que, a pesar de tanta corrupción, existen en Brasil no siete, sino millones de brasileños con las manos y la conciencia aún limpias. Ellos acabarán devolviendo incluso internacionalmente el respeto que este gran país merece. Y lo harán con sus protestas, con su rechazo de una clase política que parece haberse hecho indigna de ser guía del país. Y con gestos de honradez personal como la de mi taxista mulato de São Paulo.


Rivera tiene en la Agencia Nacional de Desarrollo una NUEVA OPORTUNIDAD

Para la Agencia de Desarrollo Local de Rivera, el comienzo de operaciones de la Agencia Nacional de Desarrollo ANDE conlleva una nueva oportunidad de la gestión de acciones que supongan innovación en el territorio, promoción de Pyme, profundización del fortalecimiento de las instituciones locales y la articulación transfronteriza. En suma un horizonte alineado con los objetivos,…

Desde la Agencia de Desarrollo de Rivera empezamos a transitar el camino de la promoción de desarrollo empresarial – para la mejora del capital socio económico de los territorios en colaboración con la Agencia Nacional de Desarrollo. Próximamente estaremos convocando a nuevas oportunidades para el fortalecimiento o creación de capacidades para el sistema local.

ANDE RADEL las agencias presente

Se materializa un primer paso muy importante en la construcción de nuevas posibilidades para nuestro territorio a partir del aprovechamiento de instrumentos de apoyo a la gestión del sistema de actores local. Esta es una plataforma para acuerdos específicos en los que incorporar nuestros proyectos de desarrollo.

A Livraria Marco Zero e a Academia Santanense de Letras convidam para o lançamento binacional da edição brasileira do livro de Maria Luiza de Carvalho Armando O regionalismo na literatura e o “mito do gaúcho” no Extremo-Sul do Brasil – Simões Lopes Neto” .

Quando: Nesta quinta-feira, dia 26 de março, às 19h e 30min.

Onde: No auditório do IFSul, Paul Harris nº 410.

Saudações culturais!

Equipe da Marco Zero

Convite---dia-26-de-março-de-2015-

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